É madrugada,
Noite ainda.
Acordo.
Trum, trum, trum,
ouço.
Parecem trovões,
penso.
Levanto-me,
Abro a janela.
Lá longe, luzes,
Aliás clarões.
Não. Não é trovoada.
A tempestade é outra.
São canhões.
27/03/2007
manuel pedro cruz
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